O corte do MEC, que foi anunciado pelo ministro Abraham Weintraub – ex-funcionário do Banco Votorantin –, visa atingir, principalmente, as universidades públicas, grandes centros da produção de ciência e conhecimento no país.
Para Paulo Arantes, filósofo marxista, e um dos mais importantes intelectuais ligados ao Partido dos Trabalhadores (PT), com a eleição de Jair Bolsonaro (PSL), a educação cai na esfera gravitacional de Paulo Guedes, do ultraliberalismo.
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FONTE: Brasil De Fato
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